Álvaro Pacheco: “Vi uma grande defesa do nosso guarda-redes”

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O FC Vizela não conseguiu amealhar pontos na deslocação à Madeira e Álvaro Pacheco foi claro quanto ao lance determinante no rumo do desafio e no que toca ao sabor a injustiça que este desfecho representa, tendo em conta a boa resposta dos jogadores.

Lance do penálti: “Não gosto de falar nas arbitragens. Todos os intervenientes tentam fazer aquilo que sabem ou o melhor que sabem. Se, ao intervalo, alguma equipa merecia estar a ganhar era a nossa. Condicionámos claramente o Marítimo, que só conseguia sair em contra-ataque. Estávamos muito bem com bola. Depois, ainda na primeira parte, há a expulsão. Na segunda parte, tínhamos de fazer uma abordagem muito concentrada para voltarmos a controlar o jogo. Na primeira vez que o Marítimo chega à nossa baliza dá-se esse lance. O que vi foi uma grande defesa do nosso guarda-redes. Vi um jogador adversário adiantar a bola, a não ter hipóteses de chegar a ela e a ir contra o nosso guarda-redes. É um lance que condicionou tudo o resto. Estou muito satisfeito com a reação dos meus jogadores. Por aquilo que eles produziram e mereciam, este é um resultado claramente injusto. Mas o futebol é assim.”

Calendário sobrecarregado e sorteio da Taça: “O nosso foco é o campeonato. Aquilo que ditou o sorteio, para nós, é sempre o melhor adversário do mundo. Quando chegar a altura, iremos preparar e trabalhar para acalentar o sonho de chegar ao Jamor.”

Promessa aos adeptos: “Aquilo que posso dizer é que, em 2021, tivemos 18 vitórias e 6 derrotas, 5 delas com Sporting, Benfica, FC Porto, Vitória SC e SC Braga. Foi um 2021 muito bom. A equipa conseguiu atingir o patamar que muito ambicionávamos e perseguíamos. O que prometo para 2022 é dar continuidade a este trabalho, apresentar uma equipa sempre muito agressiva, ambiciosa, determinada e a jogar sempre para ganhar em qualquer campo e contra qualquer adversário. Sempre com o maior respeito e lealdada, transmitindo a este desporto uma boa forma de ver o futebol que acho louvável. Pena é que, às vezes, não haja bom senso.”